Campo Grande (MS),

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    terça-feira, 27 de setembro de 2016

    Campo Grande é a 6ª melhor capital do Brasil em bem-estar urbano

    Campo Grande na tarde desta terça-feira; cidade vai bem na avaliação geral, mas nem tanto em infraestrutura (Foto: Marcos Ermínio)

    Pesquisa sobre o Ibeu (Índice de Bem-estar Urbano) feita pelo Observatório das Metrópoles, coordenado pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), aponta que Campo Grande é a 6ª entre as capitais brasileiras com boas condições em bem-estar urbano. A cidade é insuperável no aspecto ambiental, mas peca em infraestrutura, conforme o levantamento.

    No estudo foram contempladas cinco dimensões. A melhor colocação de Campo Grande, entre as capitais, foi na dimensão condições ambientais urbanas, onde aparece em primeiro. A pior colocação foi na infraestrutura, em que ocupa o 11º lugar entre as capitais que aparecem com condições ruins.

    As cinco dimensões são mobilidade urbana, condições ambientais urbanas, condições habitacionais urbanas, atendimento de serviços coletivos urbanos e infraestrutura urbana. Cada uma é composta por número diferente de variáveis, mas todas elas contribuem com o mesmo peso para a definição do Ibeu-Municipal.

    A pesquisa mediu o bem-estar nos 5.565 municípios do País. No caso das dimensões analisadas as condições das capitais poderiam ser muito boas, boas, médias ou rins.

    Em âmbito geral, 12 capitais apresentaram condições boas de bem-estar urbano, sendo Vitória (1ª), Goiânia (2ª), Curitiba (3ª), Belo Horizonte (4ª), Porto Alegre (5ª), Campo Grande (6ª), Aracaju (7ª), Rio de Janeiro (8ª), Florianópolis (9ª), Brasília (10ª), Palmas (11ª) e São Paulo (12ª), analisando as 27 capitais, incluindo o Distrito Federal.

    Na dimensão condições de mobilidade urbana, em boas condições, 12 capitais, Campo Grande aparece em 13º lugar. endo Aracaju (10ª), Cuiabá (11ª), Natal (12ª), Campo Grande (13ª), Goiânia (14ª), Porto Alegre (15ª), Belém (16ª), Curitiba (17ª), Recife (18ª), Fortaleza (19ª), Maceió (20ª) e São Luís (21ª).
    Caminhada ao ar livre; no quesito condições ambientais a cidade é a 1ª do ranking (Foto: Marcos Ermínio)

    No que se refere às condições ambientais, a capital sul-mato-grossense é destaque entre as capitais e aparece em 1º lugar. É seguida de Goiânia (2º), Belo Horizonte (3º) e Palmas (4º). Ou seja, são duas capitais da Região Centro-Oeste, uma da Região Sudeste e uma da Região Norte.

    Em condição habitacional, Campo Grande ocupa o 5º lugar no ranking das Capitais apontadas com um nível bom de bem-estar urbano. No total,m 15 capitais obtiveram essa classificação, sendo: Vitória (4º), Campo Grande (5º), Brasília (6º), Belo Horizonte (7º), João Pessoa (8º), Aracaju (9º), Natal (10º), Porto Alegre (11º), Cuiabá (12º), Maceió (13º), São Paulo (14º), Palmas (15º), Fortaleza (16º), Rio de Janeiro (17º) e Recife (18º).

    Na dimensão bem-estar urbano referente ao atendimento de serviços coletivos, Campo Grande integra o grupo que apresenta condições médias. As capitais que aprecem neste grupo são Florianópolis (14º), Recife (15º), Palmas (16º), Campo Grande (17º), São Luís (18º), Natal (19º) e Manaus (20º).

    Na infraestrutura, 13 capitais aparecem com condições ruins, sendo Aracaju, Campo Grande, Palmas, Recife, Salvador, Fortaleza, Teresina, Manaus, Natal, Cuiabá, João Pessoa, São Luís, Maceió e Belém.

    Panorama 

    Do total de 27 capitais, nove apresentam condições médias de bem-estar urbanos. Em ordem, são elas: João Pessoa (13ª), Fortaleza (14ª), Recife (15ª), Salvador (16ª), Cuiabá (17ª), Natal (18ª), Boa Vista (19ª), Teresina (20ª), Maceió (21ª) e São Luís (22ª), são quase todas capitais de unidades da federação da Região Nordeste, com exceção de Cuiabá, capital do Mato Grosso (Região Centro-Oeste), e Boa Vista, capital de Roraima (Região Norte).

    Aquelas que apresentam condições boas de bem-estar urbano, com exceção de Aracaju, capital de Sergipe, que se localiza na Região Nordeste, localizam-se nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul.

    As capitais de unidade da federação que apresentam condições ruins de bem-estar urbano são de um total de seis. São elas: Rio Branco (23ª), Manaus (24ª), Belém (25ª), Porto Velho (26ª) e Macapá (27ª). Todas elas se localizam na Região Norte do País.

    Cálculo 

    Conforme o texto da publicação que pode ser conferida aqui, o Ibeu municipal é construído pela média aritmética de suas cinco dimensões e o o resultado varia entre zero e 1 – quanto mais próximo de 1, melhores são as condições de bem-estar urbano; quanto mais próximo de zero, piores são as condições de bem-estar urbano.

    De acordo com os resultados apresentados, foi definido de modo arbitrário que os níveis do Ibeu-Municipal seriam interpretados da seguinte maneira: de zero a 0,500 corresponde às condições muito ruins; de 0,501 a 0,700 corresponde às condições ruins; de 0,701 a 0,800 corresponde às condições médias; de 0,801 a 0,900 corresponde às condições boas; de 0,901 a 1 corresponde às condições muito boas.




    Fonte: campograndnewes
    Por: Christiane Reis
    Link original: http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/campo-grande-e-a-6a-melhor-capital-do-brasil-em-bem-estar-urbano

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