Campo Grande (MS),

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    quinta-feira, 18 de agosto de 2016

    É preciso ter responsabilidade na gestão das contas públicas, afirma Marun

    deputado federal Carlos Marun - Divulgação

    Durante coletiva de imprensa realizada esta semana no Diretório Estadual do PMDB em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o deputado federal Carlos Marun afirmou que uma das soluções para que o País saia da crise é o ajuste fiscal.

    Segundo Marun, a aprovação do PLP 257/2016 “que trata da renegociação das dívidas dos Estados e Distrito Federal com a União” e da PEC 241/2016 “que limita os gastos públicos”, é de extrema importância e urgência. Essas medidas se fazem necessárias para que o Brasil volte ao caminho do crescimento e do desenvolvimento. “Precisamos inserir um teto nas despesas públicas, tanto para os estados, quanto para a União e essa PEC que limita os gastos do Governo Federal, hoje, é sem dúvida, a melhor solução. Nós, representantes do povo, precisamos ter responsabilidade na gestão das contas públicas; sem essa responsabilidade, o país não tem futuro. Acredito que estamos no rumo certo”, afirma.

    Segundo o deputado, o país está trabalhando no limite da carga tributária e a ideia é não deixar que essa carga aumente e sim fazer esse ajuste para que haja a diminuição da despesa no menor tempo possível. Já em relação à expectativa, Marun acredita que a proposta será aprovada ainda este ano no Congresso Nacional, e afirma que, logo após sua aprovação, estes novos cálculos serão aplicados já em 2017.

    Na Tribuna da Câmara Federal, durante Sessão Plenária na quarta-feira (17), o deputado Carlos Marun alertou que os setores contrários ao necessário ajuste fiscal das contas públicas estão espalhando mentiras via redes sociais, publicações e manifestações públicas, desejando que essas mesmas mentiras se transformem em verdades. O parlamentar garante que o PLP 257 e a PEC 241, não obriga demissões, não proíbe concursos, não proíbe reajustes, não impede o pagamento do 13° salário, de férias ou de qualquer outro direito adquirido, assim como, não tira recursos da saúde, educação ou qualquer outro setor do Governo, como estão divulgando. 




    Fonte: ASSECOM
    Por: Juliano S. Marzola

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