Campo Grande (MS),

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    quinta-feira, 11 de agosto de 2016

    Doentes crônicos podem ganhar programa para ter mais qualidade de vida

    deputado estadual Marquinhos Trad (PSD) - Divulgação/ALMS

    O deputado estadual Marquinhos Trad (PSD) apresentou, na sessão desta quinta-feira (11), projeto de lei para criar um fórum de debate capaz de desenvolver alternativas para melhorar a qualidade de vida das vítimas de doenças graves e crônicas e de seus familiares. A ideia é agilizar o acompanhamento das pessoas e proporcionar um sistema de suporte que auxilie o paciente a viver o mais ativamente possível .

    “A nossa Constituição Federal diz claramente que saúde é um direito de todos, mas, infelizmente, na prática, a realidade é outra”, lamentou Marquinhos. “Neste sentido, a nossa ideia é criar um programa de debate e de acompanhamento das vítimas de doenças graves e crônicas para desenvolver maneiras de ajudá-los”, completou.

    O projeto aponta a necessidade de os cuidados serem oferecidos o mais cedo possível

    no curso de qualquer doença crônica potencialmente fatal, com o objetivo de garantir mais qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias. A ideia é trabalhar com prevenção e detecção

    precoce, além de tratamentos para amenizar a dor e problemas físicos, psicológicos e sociais.

    “Queremos auxiliar o paciente a viver tão ativamente quanto for possível , porque, além dele, a família sofre junto e eles precisam de amparo”, defendeu Marquinhos.

    Ainda de acordo com o projeto, a equipe profissional de Atenção aos Portadores de Doenças Graves e Crônicas será multidisciplinar, formada por técnicos especialistas das profissões da área de saúde, relacionadas ao caso específico e cujas dedicações se quantificarão em função das necessidades concretas de atenção.

    O Programa Estadual de Atenção aos Portadores de Doenças Graves e Crônicas

    em Mato Grosso do Sul poderá firmar convênios para a criação de uma rede nas cidade. Os municípios com menos de 30 mil habitantes contarão com centro de referência.




    Fonte: ASSECOM

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