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    quinta-feira, 7 de julho de 2016

    TRÊS LAGOAS| Comércio espera contratar mais 300 trabalhadores até o final do ano

    Divulgação

    A indústria da construção civil está começando a recontratar pessoal em Três Lagoas e isso reascendeu a esperança do comércio de aumentar de 1.500 para 1.800 o número de comerciários da cidade neste segundo semestre, até as vendas de final de ano. A estimativa é de Eurides Silveira de Freitas, presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Três Lagoas, filiado à Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul – FETRACOM/MS e à Força Sindical.

    “Nos últimos meses nosso comércio esteve parado. Mas avistamos com otimismo um futuro breve de mudanças, de melhorias para os trabalhadores no setor. Se a construção civil aquecer bem como já estamos começando a ver, certamente as vendas do comércio também aumentarão, gerando emprego e renda para novas famílias da cidade”, afirma o sindicalista.

    Eurídes Silveira relata que a cidade tem recebido muitos trabalhadores para as indústrias e também para a construção civil, nessas últimas semanas, chamados pelas próprias empresas. “Esperamos que haja celeridade no processo de contratação desses profissionais, para não provocar problemas sociais. E tão logo eles ingressem no mercado de trabalho, gerando emprego e renda, a economia se aquece e todos ganham”, afirma.

    FETRACOM – Pedro Lima, presidente da FETRACOM/MS e presidente de sindicato dos comerciários de Dourados, também está otimista com o aquecimento do comércio em todo Estado. Para ele, a força do trabalho vai tirar o País da crise.

    “Temos observado em várias cidades do Estado, sinais positivos de recuperação da economia. Acreditamos que até o final do ano as vendas vão atingir patamares mais significativos, permitindo a contratação de novos profissionais não só para o comércio, como para a indústria e outros segmentos”, afirma Lima.

    O presidente da FETRACOM/MS tem percorrido várias cidades de Mato Grosso do Sul para medir o movimento do comércio, sempre preocupado com o número de profissionais que foram dispensados do setor desde o período em que se instalou no país está que é uma das maiores crises econômicas de sua história. “Somos otimistas e acreditamos na força do trabalho para sairmos da crise”, afirmou. 




    Fonte: ASSECOM
    Por: Wilson Aquino

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