Campo Grande (MS),

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    segunda-feira, 18 de julho de 2016

    Dois meses após assalto a banco, polícia ainda não prendeu ninguém

    Crime está sendo investigado pelo Garras (Delegacia Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros). (Foto: Marcos Ermínio)

    Dois meses após o assalto à agência central do Banco do Brasil, em Campo Grande, a polícia ainda não encontrou nenhum dos autores do crime, nem o dinheiro. A polícia pediu mais 30 dias de prazo para investigar o caso. A informação é do Garras (Delegacia Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros). O roubo ocorreu no dia 17 de maio, e o valor levado não foi divulgado.

    A investigação é de responsabilidade do delegado Edilson dos Santos e corre sob sigilo. O delegado está viajando, por isso não deu detalhes sobre o caso. Vinte pessoas já foram ouvidas e outras ainda prestarão depoimento.

    Segundo a polícia, embora incomum no Estado, ações como esta são corriqueiras em grandes centros e já está claro que trata-se de quadrilha especializada.

    Assalto 

    A agência do Banco do Brasil alvo dos assaltantes está na avenida Afonso Pena, esquina com a 13 de Maio. O circuito de segurança captou o momento em que os dois homens trajados com roupas sociais e usando crachás de funcionários da instituição entram pela porta giratória, deixam os objetos e se dirigem à tesouraria para efetuar o roubo.

    Foi descartada a participação de funcionários do Banco do Brasil no assalto, no entanto ele confirma que os assaltantes tinham acesso a informações privilegiadas, já que entraram no local minutos após os funcionários da empresa de transporte de valores Protege deixarem malotes com dinheiro de contas jurídicas.

    O banco não divulgou o valor levado, mas informações extraoficiais dão conta de que os ladrões levaram mais de R$ 1 milhão.



    Fonte: campograndenews
    Por: Luana Rodrigues
    Link original: http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/dois-meses-apos-assalto-a-banco-policia-ainda-nao-prendeu-ninguem

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